Flamejo Não sabendo direito, não consegue ele evitar o aprisionamento do olhar em seu copo naquele instante. Espera, será um momento, instante? Segundos, minutos, horas? Tarde demais para ter consumido o que estava ali dentro? Tarde demais, Cris, para pensar somente agora em aquecer ele com o toque de seus lábios. Pôr do Sol, olhares, piscares que soam lentamente de uma forma automática no ar sem que se sufoquem com a mesma pressão de Cris tentando dizer para si mesmo que tudo esta bem, que ainda continuará bem. Palavras e pensamentos jogados ao vento de uma forma flamejante que não parece ser tão animador quanto deveria ser. Onde andaria as percepções que alguns poderiam ter de o quanto tudo esta longe, de o quanto Cris está longe. Já não havia mais espaços, Cris não tem mais o que se esfriar em suas mãos por tentar sempre se apegar às coisas flamejantes do momento. Estava escuro, havia...
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